terça-feira, 16 de outubro de 2012

Terminal de Passageiros e Praça do Artesão de Cachoeira do Campo serão entregues em 27 de Outubro


Terminal de Passageiros e Praça do Artesão de Cachoeira do Campo serão entregues em 27 de Outubro

(10/10/2012) – O Terminal Rodoviário de Cachoeira do Campo está prestes a ser entregue à população. A construção será inaugurada ainda este mês. O embarque e desembarque de passageiros serão feitos com mais comodidade, conforto e segurança nas baias do terminal. O local disponibilizará também de lojas, sanitários e guichês. Também será ponto de parada para a grande maioria dos ônibus que circulam pela Rodovia Pedro Aleixo, aumentando o trânsito de pessoas e fomentando o comércio local.

A Prefeitura de Ouro Preto, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos, finaliza as obras de recapeamento asfáltico. Em seguida, será colocada a sinalização de trânsito na entrada do local, seguindo os padrões definidos e já autorizados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Outra construção de grande importância é a Praça do Artesão, que será entregue junto ao Terminal Rodoviário. A construção também se encontra em fase de acabamento. O local contará com 34 stands onde os artesãos, que hoje ficam à margem da Avenida Pedro Aleixo, poderão expor e comercializar seus produtos com mais organização e segurança.

Artesãos assinam contrato Os artesãos de Cachoeira do Campo já estão com os contratos assinados com a Secretaria de Cultura e Turismo de Ouro Preto para a utilização dos stands da Praça do Artesão. Os artesãos foram selecionados por meio de licitação. Segundo o secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto, André Simões, trata-se, não só de uma forte ferramenta para o comércio, mas também uma importante estrutura turística para o distrito e região. “Essa tão sonhada estrutura busca fortalecer ainda mais o artesanato local, além de ser um instrumento de fomento ao turismo”, ressalta.

Para o integrante da Associação Art Leite, Dílson Ribeiro da Silva, a mudança para a Praça vai oferecer mais assistência para os artesãos. “A Praça do Artesão é importante por ser um espaço seguro, que vai ajudar tanto na divulgação das obras quanto no atendimento aos turistas”, analisa. Atualmente a Associação vende as peças artesanais no distrito de Santo Antônio do Leite, e vai comercializar no novo Centro para um número maior de pessoas. Os artesãos e associações já estão transferindo as obras/produtos para seus respectivos stands.

Foto: Praça do Artesão em Cachoeira do Campo (Neno Vianna - Divulgação ASCOM/PMOP) 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ouro Preto: Resumo do Brasil da antiguidade

Tombada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, Ouro Preto é uma obra prima da arquitetura colonial brasileira e palco da Inconfidência Mineira. Em suas igrejas e museus estão expostas obras-primas de Athayde e Aleijadinho.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Outubro Rosa em Ouro Preto


Outubro Rosa em Ouro Preto

(05/10/2012) – Durante este mês, Ouro Preto recebe uma grande campanha que visa chamar a atenção para o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce. A iniciativa é conhecida como Outubro Rosa. O movimento internacional começou, em 1990, em Nova York, e no Brasil, Ouro Preto vem se destacando como importante parceira da causa.

Neste ano, o mastologista Alexandre Barra fará a palestra sobre a “Prevenção do Câncer de Mama pelo Outubro Rosa”, no próximo dia 21, às 16h na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, antes do início da missa. Ele falará em torno de 15 minutos. A missa será celebrada em Ação de Graças pelos profissionais de Saúde em Ouro Preto.

A comunidade pode elaborar perguntas para o profissional, a serem enviadas para o e-mail da Atenção Primária (psfadm@gmail.com) e repassadas ao Dr. Alexandre. Os contatos estão sendo feitos com a organização do encontro, Rita Cota e Clotilde de Assis, da irmandade do Rosário.

Além de sair à frente com o Outubro Rosa, Ouro Preto se destaca durante todo o ano com o tratamento preventivo contra o câncer de mama. “Hoje, o município tem capacidade de fazer até 400 atendimentos, eliminando as filas, o exame clínico de mama pode ser feito nos postos de saúde, pelas equipes do programa de saúde da família ou pela enfermeira de nível superior ou pelo médico de família”, explica o secretário de Saúde, Ariosvaldo Figueiredo.

Foto: Igreja de Nossa Senhora do Rosário especialmente iluminada para o Outubro Rosa de 2011 (Neno Vianna – Divulgação Ascom-PMOP) 

Ruas de Ouro Preto


Ruas de Ouro Preto recebem obras de manutenção


(09/10/2012) – A Prefeitura de Ouro Preto, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos, está realizando uma série de trabalhos em várias ruas da cidade. Após a finalização da grande obra de asfaltamento e drenagem das ruas 13 de Maio e da Abolição, os trabalhos se estendem aos trechos de outras vias ligadas a elas, como a Princesa Isabel, Ladeira do Tassara e rua Maestro Joaquim, todas no Bairro Piedade.

Também estão recebendo intervenções as ruas Professor Paulo Magalhães Gomes, na Bauxita, e Cristo Operário, no Alto da Cruz. A Rua Professor Paulo Magalhães Gomes está recebendo obras de calçamento em um trecho do passeio onde é realizada uma feira de produtos agrícolas, em frente ao restaurante La Cave. Segundo o secretário de obras, Paulo Morais, além da redução da poeira dissipada pelo piso de terra, o calçamento busca facilitar o transito de pessoas pela feira, melhorando inclusive o comércio.

Já na Rua Cristo Operário, as obras são de recuperação da estrutura de um muro prejudicado pelas chuvas do início do ano. O trecho encontra-se interrompido no momento e deve ser liberado dentro de 30 dias.

A área que abrange a Rua Dr Furtado Menezes, a travessa Cristo Rei e o inicio da Rua irmãos Kennedy, em frente ao Lar São Vicente de Paulo, no bairro Cabeças, também receberam obras com recapeamento asfáltico, facilitando a circulação de veículos e ônibus que utilizam o local como ponto final.

Outra ação importante é o asfaltamento do trecho que liga Santa Rita de Ouro Preto passando pela comunidade do Pasto Limpo até a entrada do Campestre. Três mil metros de estrada foram asfaltados e os moradores já usufruem da nova pavimentação. Santa Rita também recebeu obras de retaludamento, drenagem e aterro compactado nos nove quilômetros que ligam o distrito até a Estrada Real.

O asfaltamento do trecho que liga Lavras Novas a Estrada Real já está em fase de acabamento com a construção do meio fio, sargeta para escoamento de água e pintura das faixas e sinalização. Ao todo, já foram asfaltados 5,2 Km. O trecho que passa sob a ponte dos Taboões, aguarda a liberação da Superintendência Regional de Regularização Ambiental (Supram) para receber o asfalto. As obras tiveram inicio em março deste ano.

As obras de mobilidade urbana continuam e buscam atingir não só a sede como também os distritos facilitando a circulação de veículos e pedestres trazendo mais segurança á população.

Foto: Obras na Rua 13 de Maio (Divulgação Ascom – PMOP) 

Chafariz do Alto das Cabeças


Chafariz do Alto das Cabeças

Histórico

A construção desse chafariz foi arrematada em 1763 por Francisco de Lima Cerqueira o mesmo pedreiro, canteiro e construtor em atividade entre 1761 e 1800, aproximadamente, visto que falece, demente, em São João del Rey, a 27 de setembro de 1808. O alto das cabeças, em Ouro Preto, era assim chamado, porque no morro desse nome eram expostas as cabeças dos criminosos supliciados. Cerqueira trabalhou em Ouro Preto, Congonhas e, principalmente, em São João del Rey.

Descrição

É uma composição em que entram, à guisa de bicas, dois golfinhos entrecruzados, esculpidos em pedra-sabão, sobre uma parede. O conjunto é completado por um frontão em moldura ondulada, arrematado por duas pinhas. Suas dimensões são reduzidas.


Localização: Adro da Capela do Bom Jesus.
Data da construção: 1763.
Autor do projeto:*
Proprietário: Prefeitura Municipal.
Tombamento: Processo nº 430-T, Inscrição nº 375, Livro Belas-Artes, fls. 74. Data: 19.VI.1950.
Finalidade atual: *

Chafariz da Glória

Histórico

Construído pelos empreiteiros Antônio Fernandes de Barros e Antônio da Silva Herdeiro, pela quantia de 700$000 que seguiram o mesmo risco, fornecido pelo Senado da Câmara, que serviu para a Fonte do Passo de Antônio Dias, com a diferença das duas pinhas ladeando o frontão. Os construtores eram ambos pedreiros. Existe uma tela, de Anibal Matos, representando esse chafariz, reproduzida no livro de Diogo de Vasconcellos: A Arte em Ouro Preto. É quase idêntico ao do Passo de Antônio Dias, com a diferença das pinhas laterais.

Descrição

Parede de alvenaria, tendo ao centro uma composição com duas colunas dóricas, entablamento e frontão interrompido. No tímpano há inscrição latina e a data, em algarismos romanos, encimada por ornato em pedra. Entre as colunas há um espaço em cantaria, dividido em três partes, sendo que uma delas contém três carrancas com bicas. Concha terminando em volutas. Na base do conjunto, e em posição simétrica relativamente às bicas há um tanque de cantaria, que recolhe a água. As partes de alvenaria são rebocadas e caiadas.

Chafariz da Glória - Ouro Preto, MG
Localização: Rua Antônio de Albuquerque.
Data da construção: 1752.
Autor do projeto:*
Proprietário: Prefeitura Municipal.
Tombamento: Processo nº 430-T, Inscrição nº 374, Livro Belas-Artes, fls. 74. Data: 19.VI.1950.
Finalidade atual: *

sábado, 6 de outubro de 2012


Capela de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pardos (Capela do Padre Faria)
Histórico
O nome da Capela do Padre Faria pelo qual esta capela é chamada, não corresponde à verdade. O Padre João de Faria de Fialho não foi, com efeito, o construtor deste templo, fundado, segundo a tradição, para abrigar a imagem de Nossa Senhora do Parto, que se encontrava numa pequena capela no primitivo acampamento de Bom Sucesso, e que foi profanada pelo assassinato de um padre que rezava missa. Em 1740, abrigou a Confraria dos Brancos do Rosário, expulsa da grande Irmandade do Rosário pela maioria dos pretos. Estes, por sua vez, construíram a igreja de Santa Efigênia. Embora não haja documento algum sobre a fundação, há duas datas: uma, 1750 gravada no sino, e outra, 1758 na grande cruz pontifícial externa à capela.
Descrição

Engastada em pequena elevação dentro de um grande vale, a situação dessa capela valoriza a sua elegante simplicidade. Formando um primeiro plano com o acesso ao pequeno adro, uma grande cruz papal ou pontificial, de três braços, esculpida em arenito e com a data 1756 gravada; ergue-se ao lado dos degraus rústicos. O frontispício é liso e simples, dentro do esquema usual das capelas mineiras: portada e duas janelas laterais rasgadas, com balaustradas. Não se conhece explicação para a origem da cruz papal nesta capela. Há ainda externamente uma pequena torre sineira, e um sino de bronze, com a imagem de Nossa Senhora do Rosário e a data 1750; essa torre é coberta com telhado em pirâmide galbada. Voltando à capela, é construída em alvenaria de pedra, com elementos de cantaria, como a portada, encimada por cimalha rica e com porta almofadada; as duas janelas enquadradas de cantaria, com pequena cimalha, óculo circular na empena e cunhais de cantaria com coruchéus. A cobertura é em telhado de duas águas e no vértice da empena, há uma cruz de pedra sobre pequena base. O interior apresenta dois esplêndidos altares e retábulos dourados, de estilo Dom João V, na nave, cujo teto é decorado com uma pintura representando a coroação da Virgem, cercada pelos anjos e nos quatro painéis da parede cenas da vida de Maria. Diogo de Vasconcellos, no seu estilo florido, nos descreveu em 1911 a capela-mor: "Não é mentira dizer que o altar-mor desta capela, é a jóia mais rica da cidade, para não me levarem em conta do exagerado, compará-lo a uma chapa de ouro aberta por anjos em maravilhas de talha". (Diogo de Vasconcellos. A Arte em Ouro Preto, Edições da Academia Mineira, 1934). O autor continua, dando uma longa e entusiástica descrição da capela, e também propondo uma explicação para a cruz pontifícial externa. O papa que reinava no momento, era Pio VI, que concedeu através de três bulas, privilégios e graças especiais à capela, o que faz crer que o cruzeiro tenha sido erguido para comemorar essa grande distinção. A peça aliás é de uma execução perfeita: da base ao topo da haste principal mede 8,52m de altura, e todos os trabalhos de talha e encaixes são impecáveis. Há mais de dois séculos lá se mantém até hoje. 
Localização: Bairro de Antônio Dias ou do Padre Faria.
Data da construção: Início do século XVIII.
Autor do projeto: *
Proprietário: Arquidiocese de Mariana.
Tombamento: Processo nº 75-T, Inscrição 249, Livro Belas-Artes, fls. 43. Data: 08.IX.1939.
Finalidade atual: Culto religioso.

Capela de Nossa Senhora das Dores do Monte Calvário


Capela de Nossa Senhora das Dores do Monte Calvário
HistóricoA Irmandade de Nossa Senhora das Dores e Calvário, foi constituída em Ouro Preto, no ano de 1768. Seus fundadores eram portugueses, Irmãos da Irmandade Dolorosa de Braga, confraria autônoma filiada à Congregação do Oratório de Braga (São Filipe Neri). A cerimônia da imposição dos escapulários e coroa das Dores aos irmãos teve lugar, pela primeira vez, na Matriz de Antônio Dias em 1770 e, em acordo com a Irmandade do Santíssimo Sacramento de Antônio Dias, obtiveram o terreno de um velho cemitério, no qual começaram a edificação da capela, concluída em 1788. A devoção de Nossa Senhora das Dores e sua irmandade gozavam de grande prestígio, e na primeira festa do escapulárip estiveram presentes as personalidades mais importantes em Ouro Preto, entre elas o Conde de Valladares, o carregador da Comarca, o Intendente da Real Casa de Fundição, o Provedor da Fazenda Real, representantes do clero, da nobreza e do povo. A capela recebeu apoio financeiro através de doações importantes. Não se tem conhecimento de dados sobre a história da construção.DescriçãoA capela é construída em alvenaria de pedra e elementos de cantaria aparente. A frontaria é dividida em três corpos pelos cunhais e duas pilastras e encimada por um entablamento, curvo na parte central, dando lugar ao óculo trilobado. A portada de cantaria é encimada por decoração em estuque, com o emblema da padroeira. Atualmente, acima do entablamento, há um frontão curvilíneo, pesado e desgracioso, com uma sineira central, encimado pela cruz e com dois coruchéus de alvenaria e reboco no eixo dos cunhais. Havia anteriormente uma torre central, de alvenaria, que se arruinou e desmoronou, o que obrigou a sineira no frontão. A obra dos altares e retábulos é simples, mas a capela possui algumas belas imagens, de origem portuguesa e mineira, bem como uma banqueta de talha e duas mesas de época Dom João V, de excelente qualidade. A nave tem arcadas e tribunas, com balaustradas.Localização: Entre os bairros de Antônio Dias e da Barra.Data da construção: 1788.Autor do projeto: Proprietário: Arquidiocese de Mariana.Tombamento: Processo nº 75-T, Inscrição nº 254, Livro Belas-Artes, fls. 44. Data:08.IX.1939.Finalidade atual: Culto religioso

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Capela de Nossa Senhora da Piedade


Capela de Nossa Senhora da Piedade

Histórico
Data da construção: 1720.
Autor do projeto: *
Proprietário: Arquidiocese de Mariana.
Tombamento: Processo nº 75, Inscrição nº 21, Livro Belas-Artes, fls. 42. Data: 08.IX.I939.
Finalidade atual: Culto religioso.
Esta capela é a última das que foram construídas na Serra de Ouro Preto, no antigo arraial dos Paulistas, incendiado pelos portugueses, por ocasião da revolta chefiada por Filipe dos Santos, em 1720. Essa data coincide com a inscrição que se lê na peanha da cruz no alto da empena, acima do telhado, e que é certamente uma data de conclusão da obra. É uma das capelas mais antigas de Ouro Preto e com características do primeiro estilo, situada num platô e circundada pelas ruínas negras e calcinadas do arraial, no morro de Pascoal da Silva. A construção em canga, sob forma de matações, é marcante dos primeiros anos do século XVIII e do local; à semelhança das capelas de Sant'Ana e São João, igualmente no Morro da Queimada, mas com a diferença de que os guarnecimentos de portas e janelas são em cantaria. A capela manteve-se relativamente em bom estado, mas uma vistoria de 28 de outubro de 1964, feita pelo historiador Salomão de Vasconcellos, recomendava que fossem feitos reparos gerais no telhado, substituição de parte do madeiramento, forros e telhas. Em 1979, o IEPHA-MG, em convênio com a SPHAN, executou reforma geral, incluindo agenciamento externo, revisão da cobertura, recomposição de alvenarias, revestimentos, pisos, forros, substituição das instalações elétricas, restauração dos elementos artísticos.                                               

Descrição
A fachada é de grande interesse e apresenta já uma característica que terá total aceitação através do século: o tipo de composição de porta central única e duas janelas rasgadas ao nível do coro com balaustradas. Ao invés das duas torres que aparecerão, completando a composição básica, há duas sineiras abertas, encimadas por arco semi-circular. Aqui há apenas um sino na sineira do lado direito. Na empena sobrelevada do telhado há um simples óculo redondo. As vergas são retas, tanto na portada como nas janelas, e a porta em duas folhas é almofadada. Internamente a parte ornamental é relativamente pobre em talha. Os altares laterais da nave são em tábuas recortadas, tendo apenas alguma talha nas duas colunas torsas e poucos elementos. O arco-cruzeiro é em cantaria, encimado por tarja pintada, e a capela-mor tem o retábulo em arco, simples, com alguma ornamentação. As pinturas em branco e ouro, desgastadas, completam-se no forro da capela-mor com pinturas representando querubins, atribuída a Antônio Carlos Gregório. A mesa de comunhão é constituída por uma balaustrada torneada de boa qualidade.
Localização: Morro da Queimada - arredores de Ouro Preto.